A Transfiguração de Jesus (Mateus 17:1-9)
Durante a Transfiguração no monte Tabor, Jesus conversa diretamente com os espíritos de Moisés e Elias, que haviam falecido séculos antes. Para o Espiritismo, este é um dos maiores exemplos bíblicos de fenômeno mediúnico de efeitos visuais e comunicação com os mortos.
Jesus leva Pedro, Tiago e João a um lugar apartado em uma alta montanha.
A Transfiguração: O rosto de Jesus brilha como o sol e suas vestes ficam brancas como a luz.
Moisés e Elias: Os dois profetas aparecem e conversam com Jesus.
A Proposta de Pedro: Pedro sugere fazer três tendas para Jesus, Moisés e Elias.
A Voz do Pai: Uma nuvem luminosa os cobre e uma voz diz: "Este é o meu Filho amado, em quem tenho prazer. Ouçam-no!"
O Medo e o Fim da Visão: Os discípulos caem aterrorizados, mas Jesus os toca e diz para não temerem. Ao olharem, veem apenas a Jesus.
A Ordem de Silêncio: Ao descerem, Jesus manda que não contem nada a ninguém até que o Filho do Homem ressuscite. [1, 2]
João Batista identificado como Elias (Mateus 11:13-14)
"Porque todos os Profetas e a Lei profetizaram até João. E, se vocês o querem reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir." — Mateus 11:13-14
Fim de uma era: A expressão "a Lei e os Profetas" resume todo o Antigo Testamento. Jesus explica que o período em que as Escrituras apenas antecipavam e prometiam o Messias de forma futura alcançou seu limite com a chegada de João Batista. [1, 2]
O cumprimento presente: Com João Batista, o tempo da promessa virou realidade; ele apontou diretamente para a presença física do Messias. [1]
A identidade de Elias: Jesus afirma que João Batista cumpre a profecia do retorno de Elias (mencionada em Malaquias) como o mensageiro encarregado de preparar o caminho para a vinda do Senhor. [1, 2, 3]
O Diálogo de Jesus com Nicodemos (João 3:1-12)
O diálogo aborda a conversa em que Nicodemos reconhece Jesus como um mestre vindo de Deus, e Jesus responde que é necessário "nascer de novo" (da água e do Espírito) para ver o Reino de Deus. Diante da incompreensão literal de Nicodemos sobre como alguém poderia renascer velho, Jesus explica a distinção entre a carne e o Espírito e repreende a dificuldade dos líderes em aceitar os testemunhos espirituais.
Pontos Principais
A visita noturna: Nicodemos procura Jesus às escondidas à noite.
O novo nascimento: Jesus enfatiza que a renovação espiritual pelo Espírito é indispensável, contrapondo-a ao nascimento carnal.
A incompreensão humana: A reação literalista de Nicodemos
A Promessa do Consolador (João 14:15-26)
João 14:15-26 traz a promessa de Jesus sobre o envio do Espírito Santo e a demonstração de amor por meio da obediência.
O Amor e a Obediência: Jesus afirma que, se os discípulos o amam, devem obedecer aos seus mandamentos. [1]
A Promessa do Consolador: Jesus pede ao Pai que envie outro Conselheiro (ou Auxiliador/Paráclito), o Espírito da Verdade, para ficar com os crentes para sempre.
A Presença do Espírito: O mundo não pode receber o Espírito Santo porque não o vê nem o conhece, mas os discípulos o conhecem porque ele habita com eles e estará neles. [1]
O Ensino e a Lembrança: O Espírito Santo, enviado pelo Pai em nome de Jesus, ensinará todas as coisas e fará com que os discípulos se lembrem de tudo o que Jesus disse. [1]
O cego de nascença (João 9:1-3)
João 9:1-3 relata o momento em que Jesus encontra um homem cego de nascença e explica aos discípulos o propósito daquela condição.
"Ao passar, Jesus viu um cego de nascença. Seus discípulos lhe perguntaram: 'Mestre, quem pecou: este homem ou seus pais, para que ele nascesse cego?' Disse Jesus: 'Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele.'"
A pergunta dos discípulos: Na época, havia uma crença comum de que todo sofrimento físico ou deficiência era um castigo direto por algum pecado cometido. Os discípulos tentavam achar um culpado: ou o homem pecou antes de nascer, ou seus pais pecaram.
A resposta de Jesus: Jesus desmente essa linha de pensamento. Ele esclarece que a cegueira não é fruto de culpa ou pecado pessoal.
O propósito divino: Jesus mostra que a situação serve para revelar o poder e a glória de Deus através do milagre da cura ou dos compromissos de resgate de faltas passadas.
A aparição de Jesus aos discípulos após a crucificação (Lucas 24:36-43)
Lucas 24:36-43 narra a aparição de Jesus ressuscitado aos seus discípulos, provando a realidade física da sua ressurreição.
A saudação: Jesus aparece no meio dos discípulos e diz: "Paz seja convosco".
O medo: Os discípulos ficam assustados e pensam que estão vendo um espírito ou fantasma.
A prova física: Jesus mostra as mãos e os pés, e convida-os a tocar nele, explicando que um espírito não tem carne nem ossos.
O ato de comer: Para confirmar ainda mais que é real, ele pede algo para comer e come um pedaço de peixe assado (e mel) diante deles.
A queixa sobre quem expulsava espíritos em nome de Jesus (Marcos 9:38-40)
Marcos 9:38-40 relata o momento em que os discípulos proíbem um homem de expulsar demônios em nome de Jesus por ele não fazer parte do grupo deles, e Jesus os repreende dizendo que "quem não é contra nós, é por nós".
Abertura: Jesus mostra que a graça de Deus não se restringe a um grupo fechado ou denominação específica.
Tolerância e Unidade: O Mestre ensina que ações de bem feitas em Seu nome refletem um coração que não é inimigo da fé.
38: "E João lhe respondeu, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue."
39: "Jesus, porém, disse: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim."
40: "Porque quem não é contra nós, é por nós."
A cura do lunático e a obsessão espiritual (Mateus 17:14-21)
O Pedido do Pai: Um homem ajoelha-se diante de Jesus e pede ajuda para seu filho, que sofre com fortes crises e cai no fogo ou na água. Ele diz que levou o jovem aos discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo. [1]
A Repreensão de Jesus: Jesus chama aquela geração de incrédula e perversa, pede que tragam o menino e expulsa o espírito maligno, curando o filho na mesma hora.
A Dúvida dos Discípulos: Em particular, os discípulos perguntam por que falharam. Jesus responde que foi por causa da pequena fé deles. [1, 2, 3]
O Grão de Mostarda: Jesus afirma que, com uma fé do tamanho de um grão de mostarda, poderiam mover montanhas e nada seria impossível.
O versículo final destaca que certos males exigem uma vida de comunhão profunda baseada em oração e jejum. [1, 2]
"A cada um segundo as suas obras" (Mateus 16:27)
A Volta de Jesus: Jesus fala sobre o seu retorno com grande poder e autoridade celestial.
A Presença dos Anjos: Ele virá acompanhado por anjos para marcar o fim dos tempos e o juízo final.
A Justiça Divina: Cada pessoa receberá uma resposta justa de acordo com as suas ações e escolhas feitas em vida
A multiplicação dos pães e peixes (Mateus 14:13-21)
Mateus 14:13-21) é o milagre em que Jesus alimenta uma multidão de cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças, usando apenas cinco pães e dois peixes. [1, 2]
: Jesus soube da morte de João Batista e tentou isolar-se de barco em um lugar deserto.
A Multidão: O povo soube do destino de Jesus e o seguiu a pé pelas cidades até o local deserto.
Compaixão: Ao ver a grande multidão, Jesus sentiu compaixão e curou os enfermos que estavam lá. [1, 2, 3]
O Fim do Dia: Ao cair da tarde, os discípulos pediram que Jesus mandasse o povo embora para comprar comida nos povoados.
A Ordem de Jesus: Jesus disse que o povo não precisava ir embora e ordenou aos discípulos: "Dai-lhes vós mesmos de comer".
Os Alimentos: Os discípulos responderam que tinham apenas 5 pães e 2 peixes, que Jesus mandou trazer até ele.
A Ação de Graças: Jesus mandou o povo sentar na grama, ergueu os olhos ao céu, abençoou os alimentos e partiu os pães.
A Distribuição e Sobras: Os discípulos distribuíram a comida para todos. Todos comeram e se fartaram, e ainda foram recolhidos 12 cestos cheios de pedaços que sobraram.